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A Apoteose do Sinos da Rua

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Post by Lucretia Dalencourt on Thu Mar 26, 2020 1:52 am



Sinos da rua é um cântico sagrado de Qerhet, o bardo do caos.


Foi composta nos confins nucleares do universo, no atómo da realidade, aonde repousa o pensamento
onipresente que move galaxias e microbios.


 O pensamento onipresente transmite as notas dessa canção sublinarmente na carne da materia, solidificando os impetos caoticos de Qerhet no sonho longo que é o universo.


  Qerhet tem essa canção como seu magnum opus e feitico mais potente. A criou juntando todas suas composições anteriores, que incluiam poemas pinturas e músicas. 


Qerhet a tocou arrancando notas de uma harpa magica, cuja as cordas foram feitas a partir das ondas do mar primórdial do Nun.


Akhamitet, a sacerdotisa egipcia de Qerhet, foi a mortal que a ouviu por mais tempo, tendo inúmeras visões, epifanias, e mudanças de comportamento drásticas por conta disso. 


O trecho ouvido por Akhamitet possuia a essência e imagem do próprio caos, e tinha como fim erradicar significados e própositos pré estabelecidos, deixando espaço para criação.


Por conta de um paradoxo ontológico causado pela relação da apofenia mistica da sacerdotisa com incidentes temporais não lineares no Egito, Qerhet se camuflou por detrás da egregora mundana das companias de gás do século XXI, colocando sutilmente referencias a sua existência pré cósmica no marketing e atos gerais dessas empresas.


 O famoso jingle da compania brasileira de distribuição de gás, Ultragaz, cujo nome é ''Sinos da Rua'' possuiu um trecho infimo do que Akhamitet ouvia  em suas meditações. 


 Esse trecho esta em uma frêquencia infra-sônica que não pode ser ouvida por nenhuma entidade tridimensional, mas que pode ser notada de forma relativa, causando um misto de reações contraditórias dependendo do ouvinte.


A canção de Qerhet esta também presente  em outras músicas de gás, sendo porém o mesmo trecho em frequencia infra-sônica.   
A Apoteose do Sinos da Rua Musico10

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Lucretia Dalencourt
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A Apoteose do Sinos da Rua Empty Re: A Apoteose do Sinos da Rua

Post by Dadolocesimo K Lawrek on Thu Apr 23, 2020 10:49 pm

Bells of the street is the holy chant of Qerhet, the bard of chaos.


It was made in the nuclear deeps of the universe, in the atom of reality, where sleeps the omnipresent thought that move galaxies and microbes.


The omnipresent thought broadcast the notes of that song subliminally in the flesh of the matter, solidifying the chaotic intentions of Qerhet in the long dream which it is the universe.


Qerhet consider that chant his magum opus and most eficient spell. Has made it mixing all his previous creations, which includes poems,paintings and songs.


Qerhet played it with the notes of his magical harp, which strings were made using the waves of the primordial waters of Nun.


Akhamitet, the egyptian priest of Qerhet, was the mortal who heard most of the chant. having countless visions, epiphanies, and behaviour changes because that.


The excerpt heard by Akhamitet had the essency and the image of the Chaos itself, and had as a goal undermine meanings and pre-made purposes, leaving space for the creation.


Because of a bootstrap paradox caused by the relationship of the mystic apophenia of the priest with non-linear temporal incidents in Egypt, Qerhet hid himself in the mundane egregore of the propane companies of the XXI century, inserting subtle references of his pre-cosmic existance in the marketing and general acts of these companies.


The famous jingle of the brazilian company of propane distribuition, Ultragaz, which name is ”Bells of the street” have an excerpt of what Akhamitet used to hear in her meditations.


That excerpt it is in a infrasonic frequence that cant be heard by threedimensional entities, but can be relatively noticed, causing a mix of contradictories reactions, depending on the one who hear it.


The chant of Qerhet its present in another propane songs too, being the same infrasonic frequency excerpt though.
Dadolocesimo K Lawrek
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